Projetor: O retorno triunfal de Angelina Jolie com “Malévola”

Você talvez ache difícil sair de casa por livre e espontânea vontade e ir assistir um dos clássico da Disney, que envolva princesas, bruxas e etc. Talvez “Malévola“, estrelado por ninguém menos que Angelina Jolie, deve cumprir essa tarefa de te tirar do sofá, e ainda por cima não fazer você se arrepender de o ter feito.

No filme, Jolie dá a vida à uma das mais famosas vilãs da Disney, e é a personagem principal desse filme que busca as origens de Malévola e explicar, para o público, como ela se tornou a vilã que aprisionou A Bela Adormecida, interpretada por Elle Fanning (sim, a irmã da Dakota), em um sono profundo, apenas para ser acordada por um beijo de amor verdadeiro. Aqui, os produtores procuram mostrar que a fada-que-virou-bruxa não é bem uma vilã, mas também não é bem uma heroína.

Em uma experiência pessoal, confesso que esperei por esse filme desde 2011, quando a primeira notícia sobre a produção saiu, contando que Angelina Jolie iria ficar por conta do papel-título. Desde então, tem sido uma tortura.

Meses se passaram e a produção foi começando a tomar rítmico, até chegar o seu fim e, uns anos depois, dar espaço para a as chamadas, contando com posters, trailers e até mesmo a música-tema interpretada por Lana Del Rey, “Once Upon a Dream. O êxtase foi instantâneo ao assistir o longa-metragem.

Malévola” conta com inúmeros pontos positivos, entre elas o incrível trabalho com os efeitos especiais e as criaturas mágicas criadas para as florestas de Moors, casa da vilã. Há também toda essa construção de enredo, em como Malévola foi forçada a abdicar de sua inocência para se tornar alguém que todos temessem, até mesmo quem a faz chegar a tal ponto.

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Os roteiristas ainda tomaram cuidado para não dar aquele ar de contos de fadas para a história, embora fosse baseado em um. Aqui, o beijo de amor verdadeiro não é exatamente o que é mostrado nos contos mágicos, mas um outro um tanto inusitado. E também não há um “e viveram felizes para sempre”. Pelo menos não para todo mundo. Ainda há, vale citar, toda a caracterização da vilã.

Uma repaginação de uma história clássica, assim como aconteceu com “Alice no País das Maravilhas” e deve acontecer com “A Pequena Sereia” (sim, um filme em live-action está nos planos da empresa e deve ser dirigido por Sofia Coppola!), há aquela personagem que carrega todas as cenas majestosamente e, para este filme, é claro que a personagem-título ficou por conta do feito.

Angelina Jolie já provou seu talento anos atrás de inúmeras formas. “Malévola” só relembra isso, já que haviam quatro anos desde que a atriz foi vista nas telas de cinema. O filme marca seu retorno triunfal e não desaponta.

É possível sentir excitação com pelo menos tudo que Angelina coloca em tela. Suas emoções são verdadeiras. Suas risadas são contagiosas. Suas risadas malévolas são épicas. Seus olhares e seu cinismo é de impressionar. O que torna curioso como sobrevivemos bem sem ter Jolie fazendo, pelo menos, dois filmes por ano.

O que talvez deixa a desejar é, claro, o fim. Aquele “quero mais”. Uma vez que Angelina se fez de Malévola, vai ser impossível não associar sua imagem ao simples citar da vilã (que não é tão vilã assim).

E, ah! “Malévola” ainda conta com um pequeno presentinho para as pessoas. Uma das versões criança de Aurora é ninguém menos que a filha de Jolie e Brad Pitt, Vivienne Jolie-Pitt. Uma fofurinha só!

Para os fãs, Jolie ainda possui alguns planos pela frente. Ainda este ano, a atriz vai lançar “Unbroken“, filme que dirigiu. No próximo ano, a morena ainda volta a dar voz à Tigresa em Kung Fu Panda 3. E recentemente, Jolie ainda confirmou que está envolvida com o desenvolvimento de um filme sobre Cleopatra, o qual irá estrelar no papel da Rainha do Nilo.

O filme ainda está em pré-produção e não tem data/ano de lançamento, mas deve ser um dos últimos da atriz, que promete diminuir sua carga horária até culminar em sua aposentadoria.

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